O Adamastor Furia, o superdesportivo português, regressou ao Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, para de explorar os seus limites dinâmicos.
Após validar o funcionamento de todos os sistemas, implementar melhorias e iniciar os testes de estrada, a Adamastor levou novamente o protótipo para a pista, agora com o objetivo claro de o colocar à prova volta após volta ao longo dos quase 4.700 metros do traçado algarvio.

Não foram necessárias muitas voltas para que o potencial do supercarro se tornasse evidente — tanto nos dados de telemetria analisados pela equipa na box, como nas sensações transmitidas pelo piloto de testes, Diogo Matos, no final de cada sessão.
“Os resultados obtidos durante este nosso regresso ao Autódromo Internacional do Algarve superaram as nossas expectativas e reforçam a confiança na direção técnica que escolhemos. A equipa Adamastor demonstrou, uma vez mais, um compromisso extraordinário, e os dados recolhidos validam o desempenho, a fiabilidade e o potencial do Furia”, afirmou Ricardo Quintas, CEO da Adamastor. “Estamos cada vez mais próximos de alcançar um novo patamar de excelência no segmento dos supercarros.”

O Development Prototype #001 cumpriu quatro sessões de testes, experimentando diferentes afinações e aumentando progressivamente o ritmo e mostrando fiabilidade. Segundo a marca, esta fase de testes em circuito representa um marco importante no desenvolvimento do Furia.
A confirmação do elevado nível de performance, da fiabilidade do motor e da ampla margem de evolução reforça a confiança da equipa no caminho traçado desde o início do projeto.
Recorde-se que o Furia conta com um motor V6 biturbo da Ford Performance, capaz de debitar mais de 750 cv de potência e 1000 Nm de binário máximo e irá ter um preço por unidade de 1,6 milhões de euros ao qual irá somar o valor dos impostos.

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