A Waymo mandou recolher cerca 3.900 robotáxis nos Estados Unidos para corrigir uma falha de software que levou vários veículos a circular inadvertidamente em zonas de obras em autoestradas, segundo notificações enviadas à Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos EUA (NHTSA).
Esta não é a primeira vez que os robotáxis da Waymo circulam em zonas proibidas, já que em maio, a empresa de tecnologia com sede na Califórnia, mandou recolher mais de 3.000 robotáxis que circulavam em zonas inundadas.
Agora, de acordo com documentos submetidos ao regulador norte‑americano, a empresa registou 13 ocorrências em que veículos equipados com o sistema de condução autónoma de quinta geração entraram em áreas de construção em Phoenix e na região de São Francisco. A Waymo reconhece que circular por zonas interditadas “aumenta o risco de acidentes”.
Num comunicado, a empresa afirma ter identificado “uma área que precisava de melhorias no desempenho em zonas de obras nas estradas”. Como medida imediata, limitou temporariamente o uso dos robotáxis em autoestradas enquanto desenvolve uma solução definitiva.
Desta forma, os robotáxis da Waymo que circulavam em autoestradas de São Francisco, Los Angeles, Phoenix e Miami, foram suspensos até que a atualização de software esteja concluída.
A empresa, subsidiária da Alphabet, reforça que o objetivo é garantir que os seus veículos autónomos conseguem interpretar corretamente zonas de obras, um dos cenários mais complexos para sistemas de condução autónoma.
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