A Audi admite que a possível subida das tarifas impostas pelos Estados Unidos às importações de veículos europeus poderá ter um impacto significativo na sua operação, num momento em que a marca se prepara para lançar o seu maior SUV no mercado norte‑americano.
Juergen Rittersberger, diretor financeiro da marca, citado pela “Reuters”, afirmou que, “caso as tarifas venham a ser impostas, representarão um fardo significativo para a nossa empresa”.
A subsidiária do grupo VW encontra‑se particularmente exposta às barreiras comerciais norte‑americanas, uma vez que não possui produção própria nos EUA e depende de importações da Europa e do México para abastecer os clientes locais.
O novo SUV topo de gama da Audi, o Q9, produzido na fábrica de Bratislava, na Eslováquia, poderá ser um dos modelos mais afetados pelas tarifas propostas.
A possibilidade de construir uma unidade de produção nos Estados Unidos tem sido discutida internamente há vários anos. Segundo Rittersberger, a Audi está agora a explorar opções em conjunto com a VW.
Recorde‑se que, a 1 de maio, o Presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a União Europeia de incumprir o acordo comercial negociado com Washington e anunciou a intenção de aplicar tarifas de 25% a automóveis e veículos pesados fabricados nos países da UE.
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