A idade média dos veículos importados disparou para os 7,9 anos em 2025, e mais de 28% dos carros usados que entraram em Portugal já ultrapassaram a barreira da década. Números que a ACAP considera inaceitáveis — não só do ponto de vista ambiental, mas sobretudo ao nível da segurança rodoviária.
Num ano em que os carros importados representaram 53,7% das novas matrículas de ligeiros de passageiros, a associação alerta que carros mais velhos significam menos sistemas ativos de segurança, maior degradação mecânica e mais riscos nas estradas.
A posição da ACAP alinha-se com estudos europeus que associam a idade avançada da frota à menor presença de sistemas ativos de travagem, controlo de estabilidade e assistência à condução. Ainda assim, a associação não quantificou esse impacto nem apresentou medidas concretas para o mitigar.















