Depois de uma fase exigente e bem‑sucedida de testes em pista, o Adamastor Furia entra agora numa nova etapa do seu desenvolvimento: a estreia em estradas públicas portuguesas.
O superdesportivo nacional passa agora a enfrentar desafios muito distintos, daqueles que enfrentou no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, mas igualmente determinantes para a sua evolução.

A primeira aparição do Furia teve lugar recentemente em ambiente urbano, nas imediações do Porto, cidade onde o projeto nasceu.
Com esta nova fase, o Furia será colocado à prova nos mais variados cenários do quotidiano: desde o tráfego intenso entre rotundas e semáforos — onde a refrigeração é frequentemente um desafio — até estradas de montanha, onde poderá demonstrar o seu potencial dinâmico.
A Adamastor pretende assegurar que o desempenho de referência alcançado em circuito se mantém consistente e fiável em estrada, para a qual o modelo também foi concebido, adaptando‑se a qualquer tipo de percurso ou condição de trânsito.
Com esta abordagem, o superdesportivo português procura distinguir‑se de outras propostas do segmento, muitas delas limitadas ao uso em pista. O objetivo é oferecer um veículo capaz de estabelecer novos padrões de desempenho dentro e fora do circuito, reduzindo a necessidade de meios de transporte adicionais e permitindo ao condutor usufruir do carro sempre que desejar.
Esta fase de testes em ambiente real permitirá recolher dados essenciais e validar o comportamento do Furia nas mesmas estradas utilizadas diariamente pelos condutores portugueses — um cenário pouco habitual no universo exclusivo dos supercarros, mas que a Adamastor quer enfrentar com a mesma eficácia demonstrada em pista.
Recorde-se que o Furia conta com um motor V6 biturbo da Ford Performance, capaz de debitar mais de 750 cv de potência e 1000 Nm de binário máximo e irá ter um preço por unidade de 1,6 milhões de euros ao qual irá somar o valor dos impostos.
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